Para aqueles que adoram críticas e matérias comparando os sucessos relacionados a vampiros, aqui vai mais uma! Então confiram abaixo porque Vampire Diaries se sobressai. (:
Tradução: Aimee.
Se você achou que o público já havia saciado seu desejo por sangue com “Crepúsculo” e “True Blood”, você está errado. Sarah Hughesreports em ‘The Vampire Diaries’, a nova série sombria dos EUA.
É feita numa cidade pequena dos EUA, e é caracterizada por um bando de adolescentes vampiros e uma garota que está em dúvida se segue o coração ou o aviso da mente. Até agora, tão familiar. Mas enquanto a nova série adolescente de drama The Vampire Diaries, pode parecer um pouco mais do que “Crepúsculo”: A série, na realidade ela é totalmente um outro tipo de obsessão.
Descrito pela revista “People” como “o perfeito meio-termo” para “fãs que procuram por algo mais forte que ‘Crepúsculo’ e menos ‘visual’ que True Blood”, a série, com seu elenco novo e atraente, e sua intrigante complacência para morte de personagens principais, foi um dos acontecimentos surpreendentes na TV dos EUA ano passado. Mas ela oferece algo de realmente novo?
Apesar de tudo, parece que o mundo todo se voltou a mania de vampiro, e aparentemente a cada segundo, há uma pessoa lendo a saga de Stephanie Meyer ou encurralando o ator principal da saga, Robert Pattinson. Até aqueles que parecem odiar “Crepúsculo” foram picados pelo “inseto do mundo vampírico”, sintonizando suas TVs no Canal 4 na série “visual” e espirituosa True Blood, e na sombria mas caprichosa série da BBC3, Being Human.
Com o confronto massivo da crítica, “The Vampire Diaries” pode realmente oferecer algo que valha a pena assistir? A resposta, talvez surpreendente, é sim. Pode não ser a série mais arrasadora na TV agora, mas é bem feita, desenvolvida de forma interessante, que realmente prende a tenção a cada episódio inédito.
Então o que a faz se sobresair? Primeiro, há uma série de material. Embora possa parecer que “The Vampire Diaries” é outro exemplo da TV de tentar se aventurar num tipo de moda para ganhar dinheiro, mas a série de livros de L.J. Smith foi publicada em 1991, bem antes de Edward Cullen ter “brilhado” na nos olhos de Meyer. E, embora seja verdade que “The Vampire Diaries” jamais teria virado uma série de TV sem o exécito de “Twihards” que transformaram a “anêmica” série de livros de Meyer em um grande fenômeno, também é verdade que os livros da série de Smith são agradáveis em seus próprios direitos, com uma atmosfera frequentemente estranha numa cidade pequena que está mais para “True Blood” do que para “Crepúsculo”.
“O supracitado é o mesmo – gatora conhece vampiro – mas depois que começa isso tudo, a história muda,” admite Kevin Williamson, o co-escritor e produtor executivo da série. “Nós nos desviamos rapidamente de contar histórias sobre a cidade e olhar para quem é esse vampiro, para quem vai para lá e bagunça tudo.”
Segundo, há o Wlliamson envolvido. Aclamado como o rei dos adolescentes em 1990 quando ele reinventou o terror com a série de filmes “Pânico”, e quando ele lançou a comentada série Dawson’s Creek em um mundo confiante, Williamson sempre foi o cara para fazer os mal-humorados e sarcásticos diálogos, e a notícia do seu envolvimento com a série foi o suficiente para deixar críticos e fãs enlouquecendo.
O interessante seria que o único que ainda não está muito certo sobre seu envolvimento com a série é o próprio Williamson. Depois de uma década fraca, onde ele foi arrasado nos filmes, com o vergonhoso filme “Cursed”, e na TV, com as séries canceladas Hidden Palms e Glory Days, ele admite que estava preocupado no ínicio ssobre usar “The Vampire Diaries” para marcar sua volta à TV.
“No começo, quando eu li, eu não queria estar envolvido com isso, porque eu senti que era meio que uma série de “Crepúsculo”, sem importar quem veio primeiro,” ele disse. “A história é exatamente a mesma: garota se apaixona por um vampiro, e eu senti que já tinha sido feito e ninguém iria fazer outra história de vampiro. Mas então a Julie [Plec, co-escritora de Williamson] continuava me dizendo para continuar a ler os livros então eu comecei a ver que que era uma história sobre uma cidade pequena, sobre as raízes daquela cidade e sobre o que se esconde por baixo da superficie.”
Adicionando o fato que a personagem principal, Elena, perdeu os pais num acidente de carro, e os irmãos vampiros, Stefan e Damon, lamentam pela mulher que eles amaram e perderam, e é fácil ver o porquê de Williamson, que sempre gosta de explorar seus personagens até o desespero, se envolveu.
“O que eu captei dos livros, é que neles, todos os personagens estão lidando com a perda,” ele disse. “Eles estão lidando com a morte, eles estão lidando com vida. Há problemas realmente grandes para personagens muito novos, e foi isso que tentei fazer com Dawson’s Creek. Tudo o que eu escrevo é sobre morte, perda e desesperança. O que é uma coisa muito boa, porque a única jeito de escrever uma história é sobre esperança é escrever sobre a desesperança.”
Se tudo isso soa como se cuidadoso Williamson do pernamentemente bem classificado Dawson’s Creek, é mais dominante do que o afiado “Pânico”, o escritor é rápido para preparar a gravação direito, falando ao site do US em Setembro sobre isso. “Essa é uma série própria; não é diálogo do ‘Pânico’ ou a alta psico-balbuciação de Dawson’s Creek. Estamos permanecendo verdadeiros aos livros e aos personagens, mas ao mesmo tempo, esses personagens vivem no mundo real. Eles vão ao cinema, eles ligam a TV à noite.”
E porque os criadores de programas não estão à salvo de levar “chutes” dos seus rivais famosos. Em algumas das cenas mais engraçadas da série, o “bad-boy” Damon Salvatore (interpretado por gosto pelo Ian Somerhalder) satiriza com “Crepúsculo”, atacando Edward Cullen como um banana e apontando para sua admiradora adolescente que ele [Damon] não brilha porque ele vive no mundo real “onde vampiros e luz do sol não se misturam”.
Na verdade, o confessado admirador de vampiros, Ian Somerhalder, a princípio conhecido como o “bonitinho de Lost” (e muito desocupado) Boone, é uma revelação. Claramente apreciando a chance de interpretar o “bad-boy”, ele dovora suas falas, fazendo com que os elementos mais cafonas da série pareçam se transformar na melhor coisa do show. Se é seu feliz desejo o de corromper cada pessoa na pequena cidade de Mystic Falls, homem ou mulher, jovem ou velho, ou seu bem conhecido uso dos campos do saber, assim como o corvo para significar suas más intenções, Damon aparece como a versão de vampiro vigativo de Chuck Bass, de Gossip Girl, e ao fazer isso demonstra que toda história adolescente tem de ter uma boa história de amor, elas não são nada sem um bom vilão para manter a conspiração da história continuando.
Isso não é dizer que a história de amor principal não é boa. A heroína da série, a recente órfã Elena, é mais complicada do que parecia no ínicio, e sua simples recusa de aceitar o namorado vampiro, Stefan, com presas e tudo mais, marca um retorno para a ideia de que vampiros são criaturas realmente perigosas ao invés de corpos lindos e brilhantes que são a verdadeira encarnação dos desejos das adolescentes.
“Nós estamos lidando com a moralidade, o senso de certo e errado, o controle, a traição e confiança e amizade,” disse Williamson. “Nós queremos contar todos esses temas de idade, mas com ênfase para vida e morte.”
O trocadilho de palavras pode não ser intencional, mas vale notar que Williamson e Plec reconhecem que um mundo com vampiros não deveria nunca ser confortável, como lembra “Crepúsculo”, mas como aquele outro ícone adolescente, Buffy. Williamson concorda. “O que eu amei sobre os livros da L.J. Smith foi o folclore criado,” ele disse. “Queríamos que fosse como no mundo atual, algo como uma novela sexy. A cidade de Mystic Falls tem muitas coisas que aparecem na noite, e não são só vampiros. Tem um pouco de Buffy onde tinha aquela mitologia que estavam acima dos vampiros. Ainda há muitasccriaturas da moite para aparecer ainda.”
‘The Vampire Diaries’ está no ITV2 nas Terças
Fonte: The Independent.























:: Monday
tanta coisa pra mim leer… lá vai eu!
:: Tuesday
Simplismente demais!!!!! Tenho q agradcer o william e a julie todo dia por terem criado uma serie tao perfeita e com um elenco super talentoso ( e lindo ;) )
:: Tuesday
Realmente The Vampire Diaries é maravilhoso.. Mas chega de comparações com TWilight, pq eu tbm amo… e não vejo nenhum semelhança nas histórias a não ser o fato de ter Vampiros… rs
:: Tuesday
Concordo com a Vanessa: chega de comparações com Twilight, porque as histórias são totalmente diferentes umas das outras. Enfim, vou ler a notícia RSS
:: Tuesday
simplesmente perfeito, ele tem razão em tudo que disse!
:: Wednesday
Já li os livros! São muito bons!
Adoro a série e esse site é maravilhoso!
Reportagens e tópicos inteligentes, interessantes e oportunos! PARABÉNS A TODA EQUIPE!
:: Thursday
APOIADO!TVD É PERFEITO PRA QUEM GOSTA DE UM MEIO TERMO ENTRE TRUE BLOOD E TWILIGHT.É MAIS MITERIOSO E PERIGOSO QUE TWILIGHT E MENOS OBSCENO QUE TRUE BLOOD.MAS TODOS SÃO MARAVILHOSOS AO SEU JEITO.CREPÚSCULO COM O ROMANCE;TRUE BLOOD COM A SENSUALIDADE E TVD COM SENSUALIDADE,MISTÉRIO E ROMANCE
:: Sunday
The vampire diaries é perfeito! twilight ñ tem a sensualidade nem o suspense q the vampire diaries tem! AMO!
:: Thursday
pra mim acho q os dois sao otimos twilight e
The vampire diaries