Will Freeman é um cara inglês, solteiro, bonito, com dinheiro, mas nunca precisou trabalhar um dia da sua vida e totalmente sem conteúdo, ou seja, ele era cool. Marcus é um menino que tem uma mãe deprimida, problemas na nova escola (os garotos maiores implicam nele), seu pai não é muito presente e ele é super sério.
É bem claro quem é o adulto nesta relação, que começou quando Will fingiu ser um pai solteiro para poder participar de reuniões do SPAT (Single Parents – Alone Together; Pais Solteiros – Sozinhos Juntos) para conhecer mulheres, é o Marcus e o adolescente é o Will. O que esses dois podem ter encontrado para virarem amigos? E mais importante, o que eles dois podem ensinar um ao outro?
“Um Grande Garoto” é sobre um adulto de 36 anos que, aparentemente, ainda não cresceu e sobre um menino de 12 anos que já é um adulto e o que um ensina para o outro. Enquanto Will aprende a ser mais um adulto de fato, Marcus aprende a ser cool e a ter a sua idade. Este livro é provavelmente um dos livros mais encantadores que eu já li na minha vida. Sem contar que é um livro muito engraçado e irônico, sinceramente, não há como parar de rir. Você fica o tempo todo com um sorriso esboçado no rosto. O relacionamento entre Will e Marcus é uma das coisas mais fofas e engrandecedoras que já li. Nick Hornby conseguiu (mais uma vez) deixar um livro que provavelmente ficará para sempre na minha cabeça e do qual eu sempre lembrarei com carinho.
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SOBRE O AUTOR
Nick Hornby nasceu em 17 de Abril de 1957, em Maidenhead, Inglaterra. Ele estudou literatura na Cambridge University e começou em 1983 a sua carreira como escritor free lancer. Em 1992, ele lançou o seu primeiro livro Fever Pitch (Febre de Bola). About a Boy (Um Grande Garoto) foi o seu terceiro livro e foi publicado em 1998. Um Grande Garoto ganhou uma versão cinematográfica estrelada por Hugh Grant.
Primeiro, esqueci de avisar na coluna passsada que, agora, o Na Sua Estante será escrito apenas uma vez por mês, todo dia 12. Enfim, o dilema colunal de qual livro colocar aqui voltou com força total este mês, primeiro porque eu tinha em mente fazer uma resenha de “Sussurro”, da Becca Fitzpatrick, mas eu não resisti e coloquei tal resenha no meu blog ¬¬. Então, lá estava eu, de volta ao “qual livro vou resenhar”. De novo. Fiquei pensando nisso por vários dias, até que eu pensei: “peraí, eu estou lendo Feios, Feios aparentemente é um livro legal, logo, resenhá-lo-ei!”.
Tally Youngbloog vive num futuro muito diferente daquele que imaginamos: depois do colapso que destruíu os “enferrujados”, hoje, tudo é feito para não desgastar a natureza e para que não haja dependência entre as cidades do mundo.
Tally vive na Vila Feios, onde vivem todos os jovens que são considerados “Feios”, ou seja, todos os jovens entre 12 e 15 anos que não se sujeitaram a cirurgia que deixa todos Perfeitos, que ocorrerá no dia do 16º aniversário deles. Nesta cirurgia, a gordura é retirada do seu corpo, enxertos são colocados nas suas bochechas, sua pele é completamente trocada… No final, você ficará Perfeito, lindo como uma modelo – sem a parte da magreza excessiva.
O maior desejo de Tally é que seu aniversário chegue logo para que ela possa fazer a cirurgia e possa ir para Nova Perfeição, onde todos os novos Perfeitos vivem, e festejar com seus amigos (ela é a mais nova de sua geração, sendo assim, a última a se sujeitar a cirurgia). Semanas antes do seu aniversário, Tally conhece outra Feia, que, coincidentalmente, faz aniversário no mesmo dia que ela. Shay é uma pregadora de peças como Tally e, logo, elas viram melhores amigas. Há poucas coisas que as duas não tem em comum, e o fato de que Shay não quer virar uma Perfeita e quer fugir dos limites da cidade é uma dessas.
“Feios” foi uma leitura contraditória, o começo não me empolgou muito e eu fiquei enrolando para o ler. Depois de muitas resenhas positivas no site da Amazon e uma ligação para alguém que gostou muito do livro, presisti e descobri que, ei, “Feios” é MUITO bom. O que me irritou no começo foi a imaturidade da Tally. Nunca eu diria que ela tinhha quase 16 anos, daria 11 anos de idade mental para ela nos primeiros capítulos.
“Feios” é um livro complexo onde Scott Westerfeld faz várias críticas a nossa sociedade atual. Quando se passa das primeiras oitenta páginas você começa a entender o livro e a protagonista melhor, percebe-se um grande amadurecimento. Há uma enorme diferença entre a Tally que estás nos primeiros capítulos e a Tally que está nos últimos. No final da primeira parte, eu já me pegava justificando e defendendo as ações da Tally. “Feios” é uma leitura que cresce em você, quanto mais você lê, mais você gosta.
Compre o livro: Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Lojas Americanas, Livraria da Travessa
SOBRE O AUTOR:
Nome: Scott Westerfeld
Naturalidade: Dallas, Texas, EUA
Data de Nascimento: 5 de Maio de 1963
Casado com a também escritora Justine Larbalestier (Magia ou Loucura) em 2001, Scott Westerfeld divide seu tempo entre Nova York e Sidney. Ele já foi um ghost-writer, é vegetariano e nunca usa jeans. Além de “Os Primeiros Dias”, Scott também é autos outros livros como “Tão Ontem”, “Os Últimos Dias” e da série best-seller do New York Times, Feios.
P.S. Foi muito estranho fazer essa resenha em relação as denominações porque eu li em inglês, então, qualquer erro, me desculpem!
P.P.S. Como o servidor não está me ajudando, o post será publicado dia 13, mas continua que a coluna será publicada todo dia 12
O “Na Sua Estante” está de volta com a pessoa que o escreve pedindo mil desculpas por não avisar que estava tirando uma “licença especial” por causa dos testes e provas e cursos (não brinco quando digo que faço muita coisa: é alemão, francês e espanhol, mais dever de casa, mais escola, mais estudos!). Neste meio tempo, no entanto, não parei de ler, mas estava com um empecilho antes de escrever uma resenha(meu Deus, sempre repito a mesma coisa!): qual livro, já que vocês me pediram um só de romance, sem nada sobrenatural e o que eu estou mais fazendo ultimamente é ler livros com zumbis, vampiros, universos alternativos? E que tipo de romance? Um romance tipo “Ensaio Sobre a Cegueira”, ou um da Nora Roberts, ou qualquer outro tipo de romance? Enfim, a responsta veio na forma de um livro que eu peguei emprestado com a Bell do “Nem Um Pouco Épico“. E eu sei que você provavelmente já leu um milhão e quinhentas mil resenhas deste livro, mas não tinha como eu não escrever mais uma e dizer: é demais!
Audrey é como toda garota de 16 anos, ela ama música e a ouve num volume absurdamente alto e seu namorado é músico. Num dia, ela resolve terminar com tal namorado e, bom, quem já ouviu “Anna Júlia” (ou leu uma das várias resenhas circulando por aí!) sabe o que acontece, né? O moço escreveu uma música sobre ela e o término chamada “Audrey, wait!” (também o nome original do livro) – ou “Audrey, espere!” e, bem, se fosse só isso, tudo ok. Mas não era, a música era boa. Boa mesmo. E, claro, alguns meses depois de a terem tocado pela primeira vez para uma plateia local e um “olheiro”, “Audrey, espere!” começa a ser tocada em rádios por todo os EUA e, de repente, Audrey vira uma estrela e todos querem saber um pouquinho mais sobre aquela “musa inspiradora” que ajudou os Do-Gooders (banda do ex da Audrey) a fazerem tanto sucesso. Entra nessa situação já muito complicada mais um músico – agora um inglês(é o sotaque!), que quer publicidade -, um vídeo de péssima resolução da Aud dando uns amassos com o já citado músico inglês e temos paparazzi seguindo Audrey para todos os lados! Temos, também, a Audrey desejando a sua vida normal de volta, desejando poder sair para um show de música sem ter músicos diversos dando em cima dela.
“A música que mudou minha vida” é um romance “young adult” muito bom e que é muito mais que apenas um romance juvenil, mas retrata, algumas vezes à perfeição, a agonia e frustração que muitos de nós sentem ao viver a mesma fase que Audrey vive. Audrey é uma personagem que ganha vida em apenas algumas linhas e que mantém um diálogo com o leitor. Ela é sarcástica, cativante, engraçada e , ao mesmo tempo, um tipo de “drama queen” apaziguada – como a maioria das meninas é. Sua melhor amiga, Victoria, também é uma ótima personagem e uma ótima amiga, que defende Audrey e tudo que ela acha justo com unhas e dentes. Ainda temos o fofíssimo moço do sorvete de nozes – coloquei esse apelido nele, porque… Bom, quem leu o livro sabe! – que tem um senso de humor maravilhoso e, claro, também é engraçado. Sinceramente, praticamente todos os personagens deste livro são bem construídos, os pais da Audrey, por exemplo, são adoráveis. A cada começo de capítulo, há uma citação de algum verso de alguma música que tem tudo a ver com o capítulo. Uma das coisas mais legais do livro é você perceber o amadurecimento da Audrey. A Aud que começa o livro, não é a mesma que narra as últimas linhas.
SOBRE A AUTORA
Como Audrey, Robin Benway ouve música alto demais, tem uma melhor amiga sensacional e já foi a mais shows do que qualquer ser humano deveria ir. Está num relacionamento sério com o café e queria ser escritora desde os oito anos de idade.
Leia uma entrevista com a autora no blog Lost in Chick-Lit.
Quando vi que estava na hora de escrever outro post para o Na Sua Estante, deparei-me com o sempre presente dilema de qual livro escolher. Como o meu carnalval foi muito proveitoso em relação apenas aos três filmes que vi no cinema e um livro da Nora Roberts que estou demorando a vida inteira para ler, não tinha me passado nenhum livro pela cabeça até que eu, verificando a minha pasta de Resenhas, encontrei uma resenha de um livro muito bom que tinha lido há umas três semanas, o fato deste ainda não ter sido lançado no Brasil me deu certa pausa para refletir, mas decidi que, já que a Galera Record lançá-lo-há em setembro, esses meses lhes darão bastante curiosidade e vontade de lê-lo.
A jovem Clary quer um pouco de liberdade: sua mãe é superprotetora e quer que passem o resto das férias escolares numa casa de campo, quando Clary estava planejando em passá-las cursando arte e saindo com seu melhor amigo Simon – isso sem contar em refletir sobre o que aconteceu na boate Pandemonium, quando três adolescentes assassinaram outro. E ninguém tinha visto estes três além dela.
Depois de uma grande discussão, Clary sai de casa com Simon para dar apoio a um outro amigo. Quando ela chega ao local, ela percebe que um dos três adolescentes que estavam na Pandemonium também está lá e quer falar com ela. Ele se chama Jace e é lindo e, bom, Clary percebe isso logo. No entanto, este encontro é interrompido quando Clary recebe uma ligação desesperada de sua mãe, avisando-a que não era para ela voltar para casa. Clary, desesperada e preocupada, não cumpre as ordens de sua mãe e volta para casa, onde encontra um monstro que, aparentemente, quer comê-la. Além deste “probleminha”, sua mãe não está em lugar algum.
Neste primeiro livro da trilogia “The Mortal Instruments”, Cassandra Clare nos entrega um livro com vampiros, lobisomens, cassadores de sombras e por aí vai. Enquanto eu me encontrava desejando por mais ação da parte da Clary, esta persongem é inteligentíssima e cheia de respostas sarcásticas. Talvez seja um erro meu querer que logo neste primeiro livro a Clary seja como a Sookie(personagem da série de livros Southern Vampires da Charlaine Harris), lutando – de verdade – contra os vilões e etc… A Clary ainda está aprendendo na parte de ação enquato o Jace é especialista. O maior ponto positivo deste livro é uma reviravolta incrível e REALMENTE inexperada e inimaginável.
SOBRE A AUTORA
Cassandra Clare nasceu no Iran, seus pais são americanos e ela já morou na França, na Inglaterra e na Suíça (tudo isso antes do 10 anos!). Desde quando ela começou o High School, vive no Estados Unidos. Ela começou a escrever City Of Bones em 2004.
Bom, como prometido, aqui estou eu com a resenha de “A fúria” que, na minha opinião, é o melhor livro da série Vampire Diaries.
Vocês lembram do final de “O Confronto”, certo? Bom, de qualquer modo, recapitularei um pouquinho. No final de O confronto, Elena morreu e virou vampira. E Stefan, não sabendo da parte vampírica da história, deu uma de louco-apaixonado e saíu por aí bebendo o sangue de qualquer um que estivesse em sua frente com o objetivo de ganhar mais força para enfrentar Damon. O problema é que enquanto Damon e Stefan estavam matando um ao outro, Elena estava despertando e procurando por ele. Mas este “ele” não é quem vocês pensavam que seria, mas , sim, Damon. E pior: ela entra no meio da luta dos irmãos sem lembrança nenhuma de quem é Stefan ou o que, um dia, ele signifiou para ela.
Elena termina a luta dos dois de uma maneira bem surpreendente(já que ela amava Stefan e, mesmo sem lembranças dele, o sentimento não vai embora tão facilmente), no entanto, o fato era que Elena era vampira, achava que Damon era a tampa da sua panelaa e etc e precisava de sangue. Agora, como arrumar tal sangue para ela beber? E como interpretar os fatos estranhos que persistem em assombrar Fell’s Church?
“A Fúria” é, na verdade, uma agradável supresa. Agradável, porque é o melhor livro da série inteira, todos os elogios que dei aos dois livros anteriores podem ser aplicados a este e ele ainda tem o bônus de ter uma boa e surpreendente reviravolta.
SOBRE A AUTORA
L.J.Smith já escreveu mais de duas dúzias de livros para crianças e adolescentes, além de autora da série best-seller do The New York Times, The Vampire Diares(publicados originalmente em 1991) ela também é autora de outros best-sellers como a série Night World.
Compre o livro: Livraria Saraiva, Livraria Cultura.
Bom, esta semana, eu estava em dúvida: qual livro colocarei no “Na Sua Estante”? Eu tinha duas ótimas opções e não sabia qual usar primeiro. Depois de bastante deliberar dentro da minha cabeça, decidi ir em frente com a resenha de “Morto Até o Anoitecer” da Charlaine Harris. Esta resenha foi feita enquanto eu estava de férias, logo depois de eu ter terminado de reler este livro.
Sookie Stackhouse queria conhecer um vampiro. Mas ela não queria um vampiro qualquer, ela queria um vampiro só dela. Mesmo se ele não se considerasse assim. E ela teve o seu desejo realizado: numa bela noite de trabalho - bom, talvez nem tão bela assim, já que ela estava tendo de atender aos “Ratos” – o casal insuportável que sempre ia ao Merlotte’s (bar no qual ela é garçonete) e nunca deixavam gorjeta – que ela reconheceu o primeiro vampiro de Bon Temps(a cidadezinha onde ela morava e trabalhava). Seu nome é Bill. Bill Compton. E a melhor coisa sobre ele é o seu silêncio. O seu silêncio? É isso mesmo. Deixe-me explicar melhor: Sookie tem poderes especiais. Ela ouve os pensamentos das outras pessoas e isso sempre foi um problema para ela e fez de sua infância um tanto desagradável, se não insuportável. Por causa de não ser uma garota humana normal, ela reconheceu logo que Bill era um vampiro – de qualquer modo, ela logo iria descobri-lo, já que ele pediu uma garrafa de sangue sintético.Hã? É, mais um detalhezinho que eu ainda não expliquei e que o farei agora: neste mundo que Charlaine Harris criou, os vampiros assumiram que exitem, sim. E que o vampirismo é, na verdade, um tipo de vírus que as pessoas pegam… Bom, pelo menos, isso é o que os vamps estão alegando.
Sookie e Bill começam a se aproximar, porém, começam a ocorrer várias mortes de mulheres. Todas elas haviam tido relacionamento com vampiros. E todas eram garçonetes. Bem, vocês já podem imaginar quem também pode estar em perigo.
“Morto até o Anoitecer” é o primeiro livro da série Sookie Stackhouse Novels ou Southern Vampire Series e também tem gente que chama de True Blood – por causa da série da HBO com este nome e que foi baseada nesta série de livros. Independentemente de como você quer denominá-la, está série é incrível e , pelo menos, 70% se deve a heroina que é, ao mesmo tempo, doce e inocente e decicida e independente. A Sookie é aquela personagem que quando sabe o que quer, corre atrás e não precisa e nenhum homem (nem vampiro) para salvá-la de qualquer situação.
SOBRE A AUTORA
Charlaine Harris escreve romances de mistério além dos livros de Sookie Stackhouse. Vive no Sul do Arkansas com o marido, três filhos, dois cães, dois furões e um pato. É uma leitora ávida e cinéfila moderada.
Compre o livro: Livraria Cultura, Livraria Saraiva, Submarino, Livraria da Travessa.

Quando deixamos Zoey no final de “Marcada”, ela tinha acabado de ser nomeada a nova líder das Dark Daughters e tinha acabado de fisgar definitivamente Eric Night, de quem ela – como todas as minha amigas costumavam dizer quando éramos crianças - gosta gosta . Porém, ficamos intrigados com o que Aphrodite disse nas últimas páginas do livro… Ela disse que todos estavam sendo usados… Mas por quem? E pra quê? E mais importante, por quê?
Traída começa com uma visita dos pais a Morada da Noite, enquanto Stevie Rae reencontra sua amada mãe, Zoey reencontra sua mãe e padrasto num clima tenso e como esperado, eles brigam. Até aí, nada fora do comum… Mas quando adolescentes humanos(conhecidos de Heath – lembra-se dele?) são assassinados, Zoey vira uma das suspeitas de ter cometido o crime e é interrogada pelo detetive encarregado do cargo.
Se já não bastasse isso, Heath está de volta. Ele, claro, insiste em mais um pouquinho de sucção de sangue da parte da Zoey. Para complicar ainda mais os problemas, um novo professor chegou a escola, e ele e Zoey parecem sentir uma forte atração um pelo outro. E tudo isso enquanto Eric estava numa competição de teatro – e quando ele, finalmente, volta, adivinhem o que ele atua para ela? Uma dica: é de Shakespeare.
Mas, aos problemas citados acima , Zoey ainda tem de adicionar o de lidar com Aphrodite, a morte de alguém muito próximo a ela e uma traição de quem ela nunca esperaria.
Traída é uma boa continuação para “Marcada” e é o livro que arranja os fatos para o próximo livro. Enquanto em “Marcada” começamos a conhecer Zoey e seus amigos,”Traída” vai mais fundo nesses personagens e coneguimos ver um lado diferente de alguns personagens. Se pode-se reclamar de algo em relação a este livro, seria a falta de cenas com o Erik(quem adoro). Apesar deste segundo volume da série ser o que realmente arruma as coisas de tal modo que o terceiro livro possa acontecer(e eu garanto, em “Escolhida” acontecem muita coisas que não se esperaria), ele tem certas cenas bastante emocionantes e tristes.
SOBRE AS AUTORAS:
P.C. CAST: Escritora ganharoda de vários prêmios e ex-professora, ela vive em Oklahoma, nos EUA.
Kristin Cast : Universitária e já ganhou vários prêmios pela sua poesia, ela é a filha de P.C. Cast
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Amanhã é véspera de Natal e aqui estou eu de volta com o Na Sua Estante, desejando um feliz natal e pedindo para o Papai Noel que muitos livros da L.J.Smith sejam lançados no ano que vem no Brasil (preferencialmente as séries The Secret Circle e Night World), muitas fotos do Ian e muitos livros para a gente.
“O Despertar” acabou com Elena chamando por Damon, porque Stefan havia desaparecido e quem mais teria motivos para dar um chá-de-sumiço em um dos nossos italianos favoritos? Mas não é só o desaparecimento de Stefan que é preocupante… Coisas estranhas estão acontecenho em Fell’s Church – e, tudo bem, até aí, nada de novo, já que temos um par de vampiros bem poderosos na cidade, mas um é bom e o outro repete constantemente que o que está acontecendo na cidade não tem nada a ver com ele… Mas, se Damon está supostamente falando a verdade, quem está provocando tudo isso?
Além disso, o diário de Elena sumiu e agora alguém está mandando pequenas frases que a própria Elena escreveu nele de volta para ela, ameaçando ler o diário para a cidade inteira.Para adicionar mais um item na lista de “Problemas”, por causa de seu desaparecimento, Stefan está aparecendo cada vez mais culpado pela morte do Sr.Tanner.
Mais do que no primeiro livro(muito mais, se nos lembramos de que Damon demorou o que pareceu uma eternidade para aparecer), Elena está dividida entre os dois vampiros e isso é bem perigoso – se você já leu o livro, sabe do que estou falando…
Após um aviso importante ter sido esquecido e sangue demais ter sido sugado,temos o final e o cenário completo do terceiro livro da série, que na minha opinião, é o melhor.
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SOBRE A AUTORA
L.J.Smith já escreveu mais de duas dúzias de livros para crianças e adolescentes, além de autora da série best-seller do The New York Times, The Vampire Diares(publicados originalmente em 1991) ela também é autora de outros best-sellers como a série Night World.
P.S.: Para 2010, o Na Sua Estante está preparando muitas surpresas, uma delas – que, obviamente, deixará de ser surpresa – é que um mês antes do lançamento do terceiro volume da série, a resenha de “A Fúria” estará aqui, só para dar um gostinho de quero-ler-logo
A primeira resenha do ano será sobre Traída, de P.C. e Kristin Cast .
Feliz Natal e Próspero Ano Novo!
Oi, gente!
Eu queria avisar a vocês que os posts do “Na Sua Estante” pararão por umas três semana graças as últimas provas que farei este ano. Então, voltarei com a coluna com o vencedor da enquete, na semana do dia 20(pertinho do natal).
See you soon,
Lari
Mais uma vez vocês irão escolher o livro que terá a resenha postada na coluna da Lari, Na Sua Estante. Desta vez temos livros dos mais variados estilos, tem para todos os gostos. E claro, o que mais tiver votos ganha!

Lembra de Mim? – Sophie Kinsella
O Cofronto – L. J. Smith
Artemis Fowl – Eoin Colfer
A Sombra do Vento – Carlos Ruíz Zafón
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